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Sob Lula, Brasil registra recorde de feminicídios no primeiro trimestre de 2026

O Brasil registrou 399 feminicídios no primeiro trimestre de 2026, alta de 7,55%, maior marca já computada para o período segundo o Ministério da Justiça.

Brasil registra recorde de feminicídios no primeiro trimestre de 2026

Os três primeiros meses de 2026 consolidaram a pior marca já registrada para o período no país: 399 mulheres foram vítimas de , conforme levantamento do . O número representa uma elevação de 7,55% em comparação com o mesmo intervalo de 2025 — o que equivale, na prática, a uma mulher assassinada a cada poucas horas.

Curva ascendente desafia promessas do governo Lula

Ano após ano, as estatísticas de violência letal contra mulheres vêm batendo recordes, contradizendo as promessas de combate formuladas pelo poder público. No terceiro mandato do governo Lula, a divulgação de supostos avanços sociais e a destinação de recursos a programas de gênero não impediram que os indicadores continuassem em alta.

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As delegacias e as ruas do país expõem um cenário que contrasta com o discurso oficial. Críticos apontam que a gestão prioriza a retórica ideológica em detrimento de eficiência real na área de , sem conseguir frear a violência que vitima centenas de mulheres a cada trimestre.

Subnotificação e lentidão agravam o quadro

Entre os fatores que agravam a crise estão a subnotificação histórica dos casos, a lentidão na implementação de políticas efetivas de proteção às vítimas e uma estrutura estatal considerada inchada e pouco ágil. A combinação desses elementos faz com que a máquina pública não consiga oferecer resposta à altura da escalada de violência.

Narrativas eleitorais versus resultados concretos

Analistas ressaltam que o Executivo federal demonstra mais preocupação em sustentar narrativas voltadas ao eleitorado do que em entregar resultados palpáveis que efetivamente salvem vidas. As promessas de enfrentamento à se dissolvem diante de índices que, a cada novo balanço, superam os anteriores.

Problema que transcende governos, mas exige cobrança

Embora a escalada de feminicídios não seja um problema restrito a uma única administração, a cobrança por resultados permanece legítima. Sucessivos anos de compromissos públicos não foram suficientes para inverter a curva ascendente — e a expectativa de parte da sociedade é de que a responsabilização dos gestores acompanhe a gravidade dos números.


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