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Seis réus admitem lavagem para o PCC em tribunal dos EUA e esquema de US$ 30 milhões vem à tona

Seis réus confessaram lavagem de dinheiro para o PCC nos EUA em esquema que movimentou US$ 30 milhões provenientes do tráfico de drogas

Esquema movimentou cerca de US$ 30 milhões em oito cidades norte-americanas; sentenças serão definidas entre agosto e setembro

Um esquema de vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) ruiu diante da Justiça norte-americana após seis integrantes se declararem culpados. O grupo, que operava em solo americano, é acusado de movimentar aproximadamente US$ 30 milhões — o equivalente a R$ 156 milhões — com recursos originados do .

Quem são os acusados

O processo reúne um cidadão norte-americano e cinco brasileiros. Omar Aliperti de Mello Correa, de nacionalidade americana, figura entre os réus ao lado de Ygor Fokin Saviolli, Gabriel Cezar Menezes, João Andrade de Mello, Tadeu Sebastiane Rabelo Alves Barbosa e Leandro de Avila Gonçalves.

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Entre no grupo

As prisões aconteceram em janeiro. Todos respondem por conspiração para lavagem de dinheiro e podem ser condenados a até 20 anos de prisão. O Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul da Flórida agendou as audiências de sentença para os meses de agosto e setembro.

Rede criminosa espalhada por oito cidades

Conforme detalhado pelo (DoJ) e pelo FBI, a organização mantinha operações em Atlanta, Charlotte, Chicago, Cleveland, Minneapolis, Rochester, Nova York e Tampa. O grupo utilizava o WhatsApp para coordenar a coleta de grandes quantias em dinheiro e contava com facilitadores responsáveis pelo transporte dos valores.

Funções dentro do esquema

A investigação mapeou o papel de cada integrante na engrenagem criminosa. Ygor Fokin Saviolli tinha a função de supervisionar o recebimento e a lavagem dos recursos provenientes do tráfico. Gabriel Cezar Menezes ficava encarregado de coordenar os transportadores e acompanhar parte das operações de coleta. Os demais réus atuavam diretamente na retirada e no deslocamento do dinheiro em diferentes cidades norte-americanas.

Última confissão impulsionou sanções contra brasileiros

A confissão mais recente partiu de Saviolli e foi aceita pelo tribunal em 24 de junho. De acordo com o governo dos EUA, esse fortaleceu a investigação já em andamento e desencadeou uma nova frente de ações.

Na sequência, o governo norte-americano impôs financeiras contra Victor Henrique de Oliveira Shimada, Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira e quatro empresas ligadas a Shimada. Em nota, a defesa de Shimada negou qualquer envolvimento com o PCC ou com lavagem de dinheiro.


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Debate editorial

1 comentário

  1. Aperta mais que tem mais gente envolvida. O governo brasileiro é grande protetor dos bandidos e eles sem punição exemplar se sentem livres para atuar a vontade.
    Go ahead Trump.

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