Política

Segurança de Lula barra contagem de público em ato de campanha em São Paulo

Equipe de segurança de Lula impediu pesquisadores da USP de estimar o público do ato de campanha realizado neste sábado em São Paulo.

Pesquisadores da USP dependem de imagens aéreas, mas o espaço aéreo da região da Avenida Paulista foi fechado por risco de drones

A equipe de segurança do presidente Lula impediu neste sábado (3) que o Monitor do Debate Político, grupo de pesquisadores da USP, fizesse a contagem de público do ato de campanha realizado em .

A estimativa do grupo depende de imagens captadas do alto. Segundo a segurança presidencial, porém, o espaço aéreo na região da Avenida Paulista foi fechado para evitar possíveis ataques de drones.

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Como funciona o método

Os pesquisadores usam um software de visão computacional, que identifica e contabiliza as pessoas presentes nas imagens.

A motociata de Flávio (PL) no interior paulista também ficou sem estimativa. Nesse caso, o motivo é outro: o sistema não faz a contagem de motocicletas.

Mudança de local e atrito com a PM

A caminhada de Lula e Fernando Haddad estava inicialmente prevista para a Avenida Paulista. Depois de uma disputa envolvendo a Prefeitura de São Paulo e a Justiça Eleitoral, a mobilização acabou concentrada na Rua Augusta.

O TRE-SP autorizou a manifestação, mas determinou que as vias permanecessem desimpedidas.

Antes de Lula chegar, militares pediram que os trios elétricos avançassem pela Augusta para liberar espaço para o trânsito. Os agentes discutiram com o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador da campanha de Lula em São Paulo.

Os veículos chegaram a ser deslocados. Em seguida, voltaram a parar, o que provocou reação dos manifestantes.

Críticas à prefeitura

No palanque, Fernando Haddad acusou o prefeito (MDB) de tentar impedir a manifestação.

(PSB), candidata ao Senado, também criticou a atuação da prefeitura. Ela afirmou que “tentaram impedir o povo de ocupar a Paulista” e, dirigindo-se ao presidente, declarou: “Enquanto o senhor [Lula] for presidente da República, ninguém vai atacar a democracia no Brasil”.

A resposta de Nunes

A Prefeitura havia justificado a restrição com a necessidade de manter as vias livres na véspera da eleição.

Ricardo Nunes classificou a campanha petista como “de baixo nível”. Segundo ele, a posição da administração municipal seguiu a orientação da Justiça Eleitoral.


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Debate editorial

1 comentário

  1. ” GRAÇAS A DEUS! AOS ANJOS E AOS PATRIOTAS HONESTOS VAMOS NOS LIVRAR DO LULADRÃO E DO PT!!!!
    FORA ESQUERDA MALDITA!!!

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