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Pesquisa revela que 84% são contra Erika Hilton na Comissão da Mulher

Pesquisa mostra maioria contrária à nomeação de Erika Hilton e apoio relevante às críticas feitas por Ratinho.

Maioria dos entrevistados também concorda com críticas feitas por Ratinho sobre a nomeação

Um levantamento nacional divulgado nesta quinta-feira, 19, revela forte resistência à escolha da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para comandar a Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres na Câmara dos Deputados. O estudo foi realizado pelo Instituto Realtime Big Data.

De acordo com os dados, a indicação feita pelo PSOL enfrenta ampla rejeição: 84% dos entrevistados disseram não concordar com a nomeação. Em contrapartida, apenas 16% afirmaram apoiar a decisão.

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Opinião pública sobre críticas de Ratinho divide entrevistados

A pesquisa também investigou a repercussão das declarações do apresentador Ratinho sobre a escolha de Erika Hilton para o cargo. Os resultados mostram diferentes percepções entre os participantes.

Entre os entrevistados, 19% avaliaram que o apresentador do SBT foi preconceituoso. Já 20% consideraram que a fala foi “correta, mas exagerada”. A maioria, correspondente a 61%, afirmou que “foi correta e falariam do mesmo jeito”.

Detalhes da pesquisa e metodologia

O Instituto Realtime Big Data ouviu 1.200 pessoas em diversas regiões do país. As entrevistas ocorreram entre os dias 17 e 18 de março.

Segundo os organizadores, a margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, podendo variar para mais ou para menos.

Debate sobre impactos na pauta de direitos das mulheres

A possível influência da nomeação na tramitação de projetos também foi destacada por especialistas. Celina Lazzari, diretora da Associação Matria, entidade voltada à defesa dos direitos das mulheres, mães e crianças, alertou para possíveis entraves.

Em declaração, ela mencionou propostas que tratam da manutenção de espaços separados por sexo, como banheiros, alas hospitalares, casas de acolhimento e vestiários — temas que divergem das posições defendidas pela parlamentar.

“Como existe uma luta para eliminar esses espaços separados por sexo e transformá-los em unissex, esse tipo de projeto de lei que vem para tentar assegurar que isso permaneça como está, evidentemente, eles serão rejeitados ou descartados na presidência da Comissão da Mulher com Erika Hilton”, afirmou.

A diretora também destacou preocupações relacionadas ao sistema prisional feminino, citando relatos recentes:

“Também é importante trazer a questão da violência nos presídios femininos, né? Hoje a gente tem uma preocupação muito grande, inclusive cartas de presas no presídio do Distrito Federal foram reveladas falando do transtorno…


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Debate editorial

1 comentário

  1. Érika eu um homem com grandes características femininas, é trans e eu respeito! Mas mulher, será jamaisss!!!

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