Paulo Pimenta, ministro do Governo Lula, integra “exército de WhatsApp” do Instituto Lula, diz jornal

Paulo Pimenta identificado como membro do ‘exército de WhatsApp’ do Instituto Lula
Lula, Ao Lado De Paulo Pimenta, Anuncia Medidas Para O Rio Grande Do Sul Lula, Ao Lado De Paulo Pimenta, Anuncia Medidas Para O Rio Grande Do Sul
Lula, ao lado de Paulo Pimenta, anuncia medidas para o Rio Grande do Sul | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Paulo Pimenta identificado como membro do ‘exército de WhatsApp’ do Instituto Lula

Paulo Pimenta (PT), ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social e atual ministro Extraordinário pela Reconstrução do Rio Grande do Sul, foi reconhecido como membro de um dos grupos do “exército de WhatsApp” do Instituto .

De acordo com a Revista Oeste, Pimenta se juntou ao grupo 186 dos “Caçadores de Fake News” em 4 de maio, apenas algumas horas antes do concerto da Madonna no Rio de Janeiro. Com mais de 350 membros, este grupo é visto como um dos mais importantes da organização pró-governo. O ministro compartilhou vídeos sobre as ações do governo federal no Rio Grande do Sul, incentivando os ativistas a propagá-los amplamente. Pimenta é o único membro do governo Lula que faz parte de um dos grupos do “exército de WhatsApp”.

Na última quarta-feira, dia 12, o jornal O Estado de S. Paulo publicou uma reportagem informando que o Instituto Lula conseguiu reunir aproximadamente 100 mil militantes desde 2022. Esses militantes estavam encarregados de disseminar mensagens a favor de Lula e contra (PL) através do WhatsApp. Mesmo após a vitória de Lula, esses grupos mantiveram-se ativos, promovendo campanhas a favor do atual governo e contra o ex-presidente, além de espalhar “desinformação”.

A ideia inicial do plano veio de Paulo Okamotto, um ex-sindicalista, ex-chefe do Instituto Lula e coordenador da campanha de Lula em 2022. Okamotto teve o respaldo de estrategistas do time de Bernie Sanders, ex-membro do Partido Democrata dos Estados Unidos.

Em entrevista ao Estadão, Okamotto afirmou que o instituto é “apartidário” e que os grupos de WhatsApp eram geridos por voluntários. Ele explicou que o objetivo era “fortalecer a presença” no WhatsApp e “combater fake news”.


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