Governo recusa cooperação internacional e ataca opositores em vez de enfrentar facções criminosas que dominam territórios brasileiros
Extensas áreas do território nacional escaparam ao controle do Estado. Nelas, não é a lei que impera — é o fuzil. O presidente Lula, no entanto, parece fingir que esse cenário não existe, segundo análise da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Proteção às facções e rejeição à ajuda americana
O governo federal, comandado pelo PT, insiste em blindar o PCC e o Comando Vermelho contra a classificação como organizações terroristas. Em paralelo, recusou a oferta feita pelos EUA de inteligência compartilhada, bloqueio de recursos financeiros e operações coordenadas para desmantelar as facções que dominam favelas, fronteiras e presídios por todo o país.
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A decisão de rejeitar a cooperação internacional é atribuída a um antiamericanismo considerado ultrapassado por parte de Lula, que, em vez de aceitar instrumentos concretos de combate ao crime organizado, optou por manter distância de Washington.
Opositores chamados de “traidores da pátria”
Em nota oficial, o governo partiu para o ataque contra adversários políticos, rotulando-os de “traidores da pátria”. A postura levantou críticas de que o Planalto age como se o Brasil estivesse travando uma guerra contra os EUA, e não contra o PCC, o Comando Vermelho ou qualquer outra estrutura criminosa que sequestra a soberania popular.
Combate ao crime substituído por ofensiva política
Em lugar de enfrentar os bandidos e assumir o protagonismo no combate ao crime, a estratégia do governo Lula consiste em atacar justamente quem cobra uma atitude firme. Dessa forma, tenta tomar dos opositores a poderosa bandeira da segurança pública, mas sem apresentar ações efetivas contra as organizações criminosas.
A paralisia do governo diante da escalada do crime é descrita como deliberada. Marcos Camachop, o “Marcola”, fundador do PCC, é considerado um dos bandidos mais perigosos do Brasil — e a estrutura que ele criou segue operando em larga escala sem enfrentamento proporcional por parte do poder público federal.
Certamente não vai querer eliminar seus fiéis eleitores.