Caso nos Estados Unidos viraliza após tentativa de enganar tribunal durante videoconferência
Uma audiência virtual realizada em Detroit, nos Estados Unidos, ganhou repercussão após uma mulher tentar esconder que estava dirigindo enquanto participava da sessão judicial. A tentativa de enganar o tribunal falhou rapidamente quando a câmera revelou a situação, levando a uma reação direta do juiz.
O episódio envolveu Kimberly Carroll, que responde a um processo por dívidas não pagas, segundo informações divulgadas pelos jornais The Guardian e Fox2 Detroit nesta sexta-feira, 27.
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Câmera desligada levantou suspeitas no início
No começo da audiência, Kimberly manteve a câmera desligada. A situação mudou quando o juiz Michael K McNally solicitou que ela ativasse o vídeo para dar continuidade à sessão.
Assim que a câmera foi ligada, ficou evidente que ela estava na posição de motorista de um veículo em movimento.
Juiz questiona e confronta versão apresentada
Diante das imagens, o magistrado reagiu imediatamente:
“Você não pode dirigir, senhora. O que você está fazendo?”
Mesmo assim, a mulher negou diversas vezes que estivesse ao volante. Ela alegou ser apenas passageira e afirmou que estava deixando a cidade devido a um problema familiar.
A justificativa, no entanto, não convenceu.
Situação é registrada oficialmente pelo tribunal
Após perceber a inconsistência nas declarações, o juiz determinou que fosse registrado nos autos que Kimberly “não estava disponível no momento e depois estava dirigindo um carro e dizendo ao tribunal que ela não estava”.
O momento em que ela foi desmentida pelas imagens gerou ampla repercussão.
Mulher assume erro e lamenta exposição
Com o caso ganhando visibilidade, Kimberly Carroll se pronunciou ao jornal Fox2 Detroit, reconhecendo a falha.
“Quero deixar claro que assumo a responsabilidade pelo meu erro. Aparecer em uma audiência do Zoom enquanto eu estava dirigindo foi um julgamento ruim, e eu lamento essa decisão. Lamento muito”, declarou.
Ela também criticou a repercussão do episódio:
“A pergunta que me resta é se essa situação precisava se tornar um exemplo público à custa do sustento e da dignidade de alguém. Eu sou humano. Eu cometi um erro e estou disposto a aceitar as consequências”, concluiu.