Maior parte das despesas permanece sob sigilo, segundo processo do Tribunal de Contas da União
Os gastos realizados com o cartão corporativo durante o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já ultrapassam R$ 1,4 bilhão, de acordo com informações divulgadas em publicação recente. A maior parte dessas despesas permanece protegida por sigilo, conforme procedimento ligado ao Tribunal de Contas da União (TCU).
Evolução das despesas ao longo do mandato
Os números indicam um crescimento significativo nas despesas registradas ao longo dos últimos anos. Somente em 2025, os gastos efetuados com o cartão corporativo chegaram a R$ 423 milhões.
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Já em 2024, as despesas relacionadas ao cartão corporativo da Presidência da República totalizaram R$ 584 milhões. No ano anterior, 2023, o valor havia sido de R$ 430 milhões.
Somando todos os registros desse período, o montante acumulado até o final de 2025 alcança R$ 1,4 bilhão.
Gastos específicos da Presidência
Dentro desse total, apenas a Presidência da República foi responsável por R$ 55 milhões em despesas no ano passado.
Entretanto, os detalhes sobre como esses valores foram utilizados não são públicos. Segundo informações relacionadas ao processo no TCU, os gastos específicos continuam classificados como sigilosos, o que impede a divulgação detalhada de cada pagamento.
Empresas entre os maiores destinatários dos pagamentos
Entre as compras registradas nos dados divulgados aparecem empresas de materiais de construção, companhias ligadas a sistemas de pagamento e também a plataforma de entregas iFood.
Essas categorias aparecem entre os principais destinatários das despesas realizadas por meio do cartão corporativo.
Comparação com o governo anterior
De acordo com a publicação, o total de gastos registrados na atual gestão representa um valor 5000% superior ao registrado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro quando se considera o uso do cartão corporativo.
O crescimento expressivo nos números ocorre ao longo do atual mandato, que acumula os valores de 2023, 2024 e 2025, levando o total a ultrapassar a marca de R$ 1,4 bilhão.
E os imbecis úteis nada veem,pois são imbecis mesmo