Presidente fez críticas à entrevista da TV Globo durante evento no Palácio do Planalto sobre o fim da fila do INSS
Durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) direcionou duras críticas à sabatina que enfrentou no Jornal Nacional, da TV Globo. O evento tratava do anúncio do fim da fila de atendimentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas o petista aproveitou o discurso para comentar a experiência na bancada do telejornal.
Lula chamou entrevista de inquisição
Diante de apoiadores e ao lado do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, Lula classificou a entrevista como um julgamento e se referiu ao apresentador César Tralli como seu “investigador”.
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— Aquela entrevista da Globo, que parecia uma inquisição, mas eu fui para a entrevista, e lá, o meu investigador, o Tralli, resolveu… “Ah, mas na Previdência tem 3 milhões”. Eu falei: “Oh, tinha! Você está convidado a semana que vem ir à Brasília, que nós vamos anunciar o fim da fila — afirmou.
Ironia sobre a cobertura do Jornal Nacional
Ao encerrar sua fala, o presidente adotou tom irônico e questionou se a emissora daria destaque ao anúncio feito durante o evento.
— Vamos ver se o Jornal Nacional vai noticiar, por que isso aqui está acontecendo graças ao Tralli — finalizou.
Contexto do evento no Planalto
A declaração foi feita durante a cerimônia que oficializou o fim da fila de atendimentos do INSS. Além de Wolney Queiroz, outras autoridades marcaram presença, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Relembre a sabatina do Jornal Nacional
A sabatina à qual Lula se referiu ocorreu na última quinta-feira (27). O questionamento que motivou a irritação do presidente partiu do jornalista César Tralli, que perguntou sobre a fila de beneficiários do instituto aguardando atendimento.
Na bancada do Jornal Nacional, ao lado de Renata Vasconcellos e César Tralli, passaram também os outros cinco pré-candidatos mais bem posicionados em pesquisa recente: Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão).