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Júlia Zanatta pede ao TCU investigação de contrato milionário da Caixa com Eduardo Bueno

Júlia Zanatta acionou o TCU contra contrato da Caixa de R$ 3,27 milhões com Eduardo Bueno.

Escritora gaúcho, que ironizou morte de Charlie Kirk, recebeu R$ 3,27 milhões para reeditar obras sobre o banco público

O contrato de R$ 3,27 milhões firmado entre a Caixa Econômica Federal e a PEN Publicações Ltda., empresa do escritor gaúcho Eduardo Bueno, chegou nesta terça-feira (16) ao radar do Tribunal de Contas da União (TCU). A representação foi apresentada pela deputada Júlia Zanatta (PL-SC), que pediu a apuração sobre a legalidade do acordo.

O documento contestado foi assinado em janeiro, sem abertura de licitação, e prevê a atualização de duas obras de Bueno que narram a trajetória da instituição financeira: Caixa: Uma História Brasileira (2002) e Caixa: 150 Anos de uma História Brasileira (2010). Além da reedição, estão incluídas no pacote uma edição comemorativa, versão digital bilíngue e a produção de uma websérie documental para marcar os 165 anos do banco, em 2026.

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Críticas ao contrato

Zanatta questiona o valor pago e a ausência de concorrência pública no processo. A deputada argumenta que contratos dessa magnitude deveriam ser alvo de licitação, salvo em situações devidamente justificadas, e pediu que o TCU avalie a regularidade da operação.

Polêmicas de Eduardo Bueno

O escritor vem sendo alvo de críticas nas últimas semanas por publicações polêmicas. Em vídeo publicado nas redes sociais, ironizou a morte do ativista conservador americano Charlie Kirk, morto a tiros.

É sempre terrível, né? Um ativista ser morto por suas ideias, exceto quando é o Charlie Kirk. Mataram o Charlie Kirk. Ai, coitado, tomou um tiro, não sei se na cara”, disse.

Na mesma ocasião, mencionou as filhas do influenciador: “O Charlie Kirk. Tem duas filhas pequenas, que bom para as filhas dele, né? Que bom.”

As declarações geraram forte reação, inclusive de parlamentares da oposição, que agora relacionam a postura do escritor à necessidade de investigar os contratos firmados com órgãos públicos.


Debate editorial

2 comentários

  1. CEF os seus correntistas, como também toda a sociedade, exige a sua manifestação. Estamos aguardando.

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