Política

Janja no governo: 52% dos brasileiros desaprovam participação da primeira-dama, aponta PoderData

Levantamento do PoderData indica que 52% dos brasileiros desaprovam a atuação de Janja no governo Lula, com maior rejeição entre jovens e pessoas de alta…

Pesquisa revela rejeição majoritária à atuação de Rosângela Lula da Silva na gestão federal

A maioria da população brasileira tem uma avaliação negativa sobre o papel exercido pela Rosângela da Silva, a , dentro do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É o que mostra levantamento do , publicado nesta sexta-feira (5).

Números gerais da pesquisa

Segundo os dados, 52% dos entrevistados declararam desaprovar a participação de Janja na gestão federal. Outros 31% afirmaram aprovar a atuação da primeira-dama. O restante — 17% — optou por não se posicionar ou disse não ter opinião formada sobre o tema.

Receba no WhatsApp as principais notícias do dia em primeira mão

Entre no grupo

Perfis com maior rejeição

A se intensifica em determinados recortes demográficos. Entre os jovens de 16 a 24 anos, o índice de rejeição alcança 61%. Já entre brasileiros com ensino superior completo, o percentual sobe para 72%.

O grupo de entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos apresenta a maior taxa de reprovação: 74%. Moradores da região Sul do país também rejeitam de forma expressiva a presença da primeira-dama no governo, com 70% de desaprovação.

Onde Janja tem mais apoio

Na direção oposta, os brasileiros com 60 anos ou mais formam o segmento mais favorável à atuação de Janja: 40% desse grupo avaliam positivamente sua participação. A aprovação também é mais frequente entre pessoas com ensino fundamental completo (41%) e entre aqueles cuja renda não ultrapassa dois salários mínimos (41%).

Regionalmente, o Nordeste é a área do país onde a primeira-dama conta com maior respaldo da opinião pública.

Metodologia da pesquisa

O levantamento do PoderData entrevistou 2.500 pessoas em diversas regiões do Brasil. O trabalho de campo foi realizado entre os dias 30 de maio e 1º de junho de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


Participe da conversa

Seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados.