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Irã reivindica destruição de centro de dados da Amazon no Bahrein como retaliação aos EUA

Guarda Revolucionária do Irã afirma ter destruído centro de dados da Amazon no Bahrein em retaliação a bombardeios americanos contra instalações nucleares iranianas

Guarda Revolucionária Islâmica amplia ofensiva no Oriente Médio e ataca bases militares, navios petroleiros e infraestrutura civil em vários países

Sirenes de alerta soaram durante a madrugada de terça-feira, 21, no . O governo local confirmou o acionamento dos sistemas de emergência, mas se recusou a comentar a alegação feita pela Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) de que uma infraestrutura de centro de dados da Amazon havia sido destruída no país.

O que motivou o ataque iraniano

A IRGC divulgou comunicado por meio de veículos de imprensa a ela ligados, declarando que a ação foi executada em represália às “agressões contra as instalações civis em construção em Darkhovin”. Trata-se de uma referência direta ao bombardeio norte-americano contra a usina nuclear iraniana em construção na região, realizado no último domingo, 19.

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A ofensiva contra o Bahrein integra uma estratégia mais ampla de Teerã: enquanto os intensificam ataques diretos ao território iraniano, o Irã expande suas operações contra posições norte-americanas e infraestrutura de aliados de Washington no .

Amazon não se pronunciou sobre a alegação

Até o momento, a Amazon não emitiu qualquer sobre a reivindicação iraniana. O Ministério do Interior do Bahrein limitou-se a informar sobre o acionamento dos sistemas de alerta, sem detalhar a extensão dos danos ou confirmar qual instalação teria sido atingida.

Ataques simultâneos em múltiplos países

Um balanço da agência estatal iraniana Fars revelou a escala da ofensiva recente. Nas últimas 24 horas, a IRGC lançou ataques com mísseis e drones contra quatro bases militares no Bahrein, cinco no Kuwait e duas na Jordânia.

O governo do Kuwait relatou que bombardeios iranianos atingiram usinas de energia e dessalinização, causando danos à infraestrutura civil. Segundo autoridades locais, trata-se do quarto dia consecutivo de ataques, que provocaram incêndios em “vários locais críticos” do país.

Bloqueio no Estreito de Ormuz

A Guarda Revolucionária também declarou ter atacado dois navios petroleiros que tentavam cruzar o . A rota marítima é considerada estratégica: por ela passa cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente. As forças militares norte-americanas seguem em operação na região, epicentro do conflito com o Irã.

Houthis ampliam frente contra a Arábia Saudita

Em uma frente adicional, o grupo terrorista Houthi, aliado do Irã no Iêmen, anunciou um bloqueio naval contra a Arábia Saudita no Estreito de Bab el-Mandeb. O corredor é considerado estratégico para o comércio internacional, e a medida amplia significativamente os riscos para o transporte marítimo na região.


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