Política

INSS acumula 2,8 milhões de pedidos represados e fila cresce 156,8% no governo Lula

Estoque de pedidos no INSS saltou 156,8% desde o início do governo Lula e atinge 2,8 milhões de brasileiros à espera de benefícios previdenciários

acumula 2,8 milhões de pedidos represados e fila cresce 156,8% no governo

São 2,8 milhões de brasileiros aguardando uma resposta do INSS. Aposentadorias, pensões, benefícios por incapacidade, auxílio-maternidade e assistenciais compõem o gigantesco volume de processos que se acumularam durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, convertendo a em um dos maiores gargalos do governo federal.

Crescimento de 156,8% no estoque de processos

Os números revelam a dimensão do problema. Desde que Lula tomou posse, o estoque de pedidos de incorporou mais 1,71 milhão de processos, o que representa um salto de 156,8% em relação ao patamar registrado em dezembro de 2022. Uma fila que já era considerada grave na transição de governo se transformou em crise aberta.

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Promessa de zerar a fila nunca se concretizou

Repetidas vezes, o presidente prometeu publicamente eliminar o represamento de pedidos no INSS. Na prática, porém, a fila seguiu trajetória oposta e só fez crescer, batendo recordes negativos mês após mês. Milhões de idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade permanecem presos em uma espera prolongada, tratados como números descartáveis por uma gestão que, segundo críticos, priorizou narrativas eleitoreiras e populismo em detrimento da eficiência administrativa.

Previdência como símbolo de descaso

O cenário transformou o INSS em emblema do fracasso na prestação de serviços previdenciários. Em vez da eficiência alardeada durante a campanha eleitoral, o que se vê é um sistema incapaz de dar conta da demanda. Aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais continuam empilhados, e a promessa de agilidade virou pesadelo para quem depende da .

A pressão sobre o sistema previdenciário segue crescente, e até o momento não há sinais concretos de reversão no acúmulo de processos que afeta diretamente 2,8 milhões de brasileiros.


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