Justiça

Gilmar Mendes lança versão argentina do “Gilmarpalooza”

Evento “Gilmarpalooza”, idealizado por Gilmar Mendes, terá edição inédita em Buenos Aires em novembro de 2025.

Evento inspirado no Fórum de Lisboa será realizado em novembro e busca aproximar países do Mercosul

O Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) confirmou que levará para a uma versão do evento popularmente apelidado de “Gilmarpalooza”, realizado anualmente em Lisboa. A estreia em Buenos Aires está marcada para os dias 5, 6 e 7 de novembro.

O fórum, que em 2025 chegou à sua 13ª edição em Portugal, reuniu aproximadamente 3 mil participantes e consolidou-se como um dos encontros mais relevantes para o debate jurídico e político entre Brasil e Europa.

Receba no WhatsApp as principais notícias do dia em primeira mão

Entre no grupo

Diálogo regional

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, idealizador do evento, explicou em entrevista a jornalistas em Lisboa que a nova versão pretende ampliar o espaço de discussão para além do eixo Brasil–Europa.

“A ideia é termos um diálogo sul-americano e, eventualmente, latino-americano”, disse o magistrado.

Segundo o IDP, a escolha por Buenos Aires foi motivada pela necessidade de intensificar o intercâmbio acadêmico e institucional com países vizinhos.

Relação com o Mercosul

Gilmar Mendes também apontou que a realização da conferência na capital argentina pode ganhar fôlego com a expectativa de avanço do acordo Mercosul–União Europeia.

“[O acordo] deve permitir a revitalização do Mercosul e deve talvez encorajar mais esse diálogo”, afirmou.

Origem do apelido

O apelido “Gilmarpalooza” surgiu de forma bem-humorada, em alusão ao festival musical Lollapalooza, que acontece anualmente em diferentes países. A expressão passou a ser usada para se referir ao Fórum de Lisboa, que se tornou uma marca do calendário acadêmico e político internacional.


Debate editorial

1 comentário

  1. “A ideia é termos um diálogo sul-americano e, eventualmente, latino-americano”, disse o magistrado.

    É muito difícil acreditar que possam ocorrer diálogos construtivos para a democracia no contexto destes eventos, considerando que boa parte dos participantes não respeita os Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos…

    Vamos ver se o Milei topa isto por lá….

Participe da conversa

Seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados.