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Criminoso filma roubos na orla e publica nas redes sociais em Praia Grande

Polícia Civil investiga jovem que filmou próprios roubos na orla de Praia Grande e publicou vídeos nas redes sociais com apologia ao crime.

Bandido filma roubos na orla e publica nas redes sociais em

A de São Paulo abriu para localizar um Bandido que documentou seus próprios crimes na orla de Praia Grande, no . O Criminoso filmou momentos em que cometia roubos na orla contra banhistas e divulgou o material em suas redes sociais.

As gravações mostram o criminoso correndo pela areia após, aparentemente, arrancar correntes de vítimas. O conteúdo vinha acompanhado de textos que glorificam a , incluindo frases como “país onde o crime compensa” e “terra de ladrão”.

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Postagens com apologia ao crime

Nas publicações, o Criminoso adicionava comentários provocativos sobre as ações criminosas. Em uma das gravações, após supostamente roubar uma corrente, ele escreveu “tomou tiozão”, incluindo emojis na mensagem. Outra postagem trazia a frase “Breca na minha reta, vai tomar”.

O perfil utilizado para compartilhar os vídeos foi retirado do ar na tarde de sexta-feira, 17. As autoridades ainda não conseguiram localizar o suspeito, e sua idade não foi confirmada pelos investigadores.

Reforço no patrulhamento

A prefeitura de Praia Grande respondeu ao caso intensificando a vigilância na região costeira através da Guarda Civil Municipal. O município destacou que possui mais de 3.700 câmeras de monitoramento espalhadas pela cidade, equipamentos que foram disponibilizados às autoridades para apoiar as investigações.

Jovem filma roubos na orla e publica nas redes sociais em Praia Grande
Suspeito não foi localizado até o momento Foto: Reprodução/Redes sociais

A administração municipal solicitou a ajuda da população para identificar o criminoso. Quem tiver informações pode entrar em contato com a GCM pelos telefones 199 e 153, ou procurar as polícias Militar e Civil através dos números 190 e 181.

Até o fechamento desta reportagem, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não havia divulgado informações adicionais sobre o andamento das investigações.


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