Caso ocorreu na Pensilvânia e envolve disparo de arma guardada em cofre dentro da residência
Um garoto de 11 anos foi indiciado por homicídio doloso após a morte a tiros do pai adotivo, Douglas Dietz, de 42 anos, na Pensilvânia, nos Estados Unidos. O episódio ocorreu na casa da família e ganhou repercussão após ser divulgado pelo New York Post.
Segundo as informações, o conflito teria começado depois que o menino teve o videogame confiscado no próprio dia do aniversário.
Discussão começou após horário de dormir
De acordo com o relato, no dia 13 de janeiro, após a comemoração do aniversário da criança, Douglas informou que já era hora de dormir. Na ocasião, ele teria “confiscado” o videogame do filho — um Nintendo Switch — e guardado o aparelho em um cofre onde também armazenava armas.
Conforme declaração da mãe, Jillian Dietz, ao New York Post, o menino teria ficado contrariado com a decisão.
Arma estava guardada no mesmo cofre
Ainda segundo Jillian, o garoto foi até o cofre para recuperar o console e pegou também uma arma que, supostamente, estaria sem munição. A mãe relatou que o menino teria carregado a arma antes de ir até o quarto onde ela e Douglas dormiam.
Ela afirmou às autoridades que estava dormindo no momento do disparo e não presenciou o instante em que o filho atirou no pai.
“Papai está morto!”, gritou o menino
Após o tiro, Jillian contou que tentou acordar o marido, mas ele não reagia. Segundo o relato, o garoto gritou: “Papai está morto!”. Em seguida, teria dito: “Eu matei o papai”.
À polícia, o menino confessou o disparo e afirmou que não “não havia pensado” no que aconteceria depois de atirar.
Processo judicial
O menor foi formalmente indiciado por homicídio doloso pela morte de Douglas Dietz. No dia 19 de fevereiro, ele compareceu ao Tribunal do Condado de Perry para audiência relacionada ao caso.
As investigações seguem sob responsabilidade das autoridades locais.