Ações violentas de grupos armados ligados à esquerda recebem o novo presidente com explosões e assassinato de policial
Bastaram poucas horas para que o legado de violência cultivado por décadas pela guerrilha de esquerda na Colômbia se manifestasse contra o novo governo. No primeiro dia de mandato do presidente Abelardo de la Espriella, integrante do partido de direita Movimento de Salvação Nacional, dois atentados terroristas sacudiram o país neste sábado, 8 — um recado brutal de forças que se acostumaram a operar sob a complacência de governos anteriores.
Explosão em pedágio e ataque com drones a delegacia
Durante a madrugada, um pedágio em construção localizado nas proximidades de Cali foi destruído com explosivos. O exército colombiano atribuiu a ação às forças comandadas por Iván Mordisco, guerrilheiro que rompeu com o acordo de paz firmado entre o governo e as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) em 2016. O episódio ilustra como facções armadas da esquerda mantêm sua agenda de terror mesmo após acordos que, na prática, serviram apenas para dar fôlego a criminosos.
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Em outro ponto do país, na cidade de Curumaní, um policial foi assassinado após um ataque com drones contra uma delegacia. As autoridades ainda não identificaram os responsáveis pelo crime, mas o padrão de atuação é o mesmo: grupos armados que se valem de métodos cada vez mais sofisticados para desestabilizar o Estado e semear o medo.
Resposta firme do presidente Espriella
Pelo X, antigo Twitter, Abelardo de la Espriella reagiu aos ataques com dureza. Sobre a explosão do pedágio, escreveu que “atacar a infraestrutura do país é atacar o progresso, a mobilidade e a paz de milhões de colombianos”. Dirigindo-se diretamente aos autores, foi categórico: “Não haverá refúgio, leniência ou impunidade. O Estado responderá com toda sua capacidade para reter o controle do território e derrotar quem quer instaurar medo. A Colômbia não se curvará ao terrorismo”.
Em relação ao assassinato do policial, o presidente também se manifestou com firmeza: “Este crime não ficará impune. Os responsáveis serão encontrados e enfrentarão todo o peso da lei”.
Eleição e posse em meio à polarização
A cerimônia de posse aconteceu na sexta-feira, 7, na cidade de Cali. Espriella alcançou a presidência com 49,66% dos votos no segundo turno, superando o senador Iván Cepeda por uma margem de 250 mil votos. Sua campanha se sustentou em um discurso contundente contra o narcoterrorismo e na promessa de encerrar os diálogos pacíficos com grupos armados que durante anos serviram como fachada para que criminosos ganhassem tempo e espaço.
Resposta aos opositores que contestam a eleição
Durante o discurso de posse, o novo presidente enfrentou os argumentos de opositores que tentaram questionar a legitimidade do resultado eleitoral — uma tática conhecida da esquerda quando perde nas urnas. Espriella não deixou margem para dúvidas: “As eleições que me deram este mandato ocorreram sob as mesmas regras, instituições e garantias que permitiram a eleição do governo que hoje chegou ao fim. Colocar em dúvida sua legitimidade é desconhecer a vontade soberana do povo colombiano”.
Os acontecimentos do primeiro dia de governo revelam a herança deixada por anos de concessões a grupos armados da esquerda, que aproveitaram negociações de paz para se reorganizar e continuar espalhando terror. Cabe agora ao novo governo demonstrar que a era da impunidade ficou para trás.
O Bom!! aproveitar e exterminar a esquerda do País. Igual El Salvador