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Bolsonaro: ‘Não podemos admitir a volta da esquerda’

De acordo com o presidente da República, o país caminharia para o socialismo, caso o PT volte ao Poder Executivo

“Não podemos admitir a volta da esquerda”, disse, nesta terça-feira, 13, o presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita durante sabatina no SBT, que contou com a apresentação de Carlos Massa, o Ratinho.

“A Venezuela é o país mais rico do mundo em petróleo”, disse Bolsonaro. “E aquele país tem o povo mais pobre que o povo haitiano, tendo em vista as escolhas de seus representantes. A esquerda, o socialismo e o comunismo não deram certo em lugar nenhum do mundo.”

O chefe do Executivo também menciona as recentes experiências na Argentina, na Colômbia e no Chile para fortalecer seu argumento de que as ideologias “progressistas” criam pobreza generalizada.

“Sabemos que Nicolás Maduro é amicíssimo do Lula e do presidente da Argentina [Alberto Fernández], que visitou Lula na cadeia”, observou Bolsonaro. “Também é amigo do atual presidente da Colômbia [Gustavo Petro] e do presidente do Chile [Gabriel Boric].”

O presidente lembrou da relação do Partido dos Trabalhadores com o ditador da Nicarágua, Daniel Ortega. “Ele prende padres, fecha televisões e rádios católicas e expulsa as freiras do país”, disse. “Ele chama o pessoal católico de fascista. Não podemos deixar que isso chegue ao Brasil.”

Bolsonaro mencionou ainda os planos de longo prazo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que envolvem a legalização do aborto, a legalização das drogas e a imposição da ideologia de gênero. “Ninguém quer que uma filha sua, de 6 ou 7 anos de idade, vá ao banheiro da escola e encontre um marmanjão fazendo xixi no meio do banheiro”, afirmou. “Isso não pode. Nosso patrimônio são as nossas crianças.”

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