Ativista brasileiro da Flotilha da Liberdade enfrenta acusações de assédio sexual
Três voluntárias da chamada Flotilha da Liberdade acusaram o ativista brasileiro Thiago Ávila de má conduta sexual durante a mais recente expedição rumo à Faixa de Gaza. As denúncias foram reveladas pelo jornal norte-americano New York Post.
O militante do Partido Socialismo e Liberdade (Psol), que integra uma das lideranças da mobilização internacional associada à ativista sueca Greta Thunberg, teria se relacionado sexualmente com pelo menos três participantes da missão, conforme relatórios internos do próprio movimento.
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Denúncias partiram do próprio movimento
As acusações contra Thiago Ávila foram formuladas por integrantes da própria flotilha, segundo informações divulgadas pela publicação americana. O grupo palestino Heart of Falastin foi responsável pela denúncia inicial, revelando comportamentos considerados inadequados do ativista brasileiro.
“Não uma pessoa. Não duas”, declarou a organização em uma publicação posteriormente removida das redes sociais. “Três indivíduos diferentes.”
As três mulheres que apresentaram as queixas participavam da mesma expedição no período em que os episódios teriam ocorrido.
Perfil do acusado
Candidato a deputado federal em 2022 pelo Psol, Thiago Ávila deixou esposa e filha de 2 anos no Brasil para participar da quarta viagem desde junho do ano passado. Suas expedições anteriores incluíram passagens por Gaza e Cuba.
Em junho de 2025, autoridades israelenses detiveram o ativista durante uma tentativa de entrada em Gaza. Posteriormente, em março de 2026, o governo argentino determinou sua deportação por decisão própria.
O militante negou todas as acusações apresentadas contra ele.
Contexto da missão internacional
A Flotilha da Liberdade representa um movimento internacional de ativistas que criticam as ações de Israel, país que foi atacado pelo grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023. Os terroristas mantêm controle sobre o enclave palestino da Faixa de Gaza.
Greta Thunberg participou de articulações públicas relacionadas ao grupo em diversas fases da mobilização. Até o presente momento, a ativista sueca não se manifestou sobre as denúncias envolvendo o militante brasileiro.
Autoridades e representantes oficiais da flotilha ainda não esclareceram as circunstâncias dos episódios denunciados. O caso permanece sob apuração, conforme informações da publicação norte-americana.
Por acaso alguém acha que um traste desses está nessa baderna, por preocupação com outras pessoas? Esse tipo de gente participa desses eventos para atrair atenção. Seria muito bom que tivesse atraído a atenção apropriada, para algum órgão apropriado.
Pois é. Passou o rodo na flotilha. Daí cada uma das três pensava que era a única e quando souberam, vomitaram – assédio! Horror total! Na década de 1960, a esquerda pregou o amor livre. Podia amar até no metrô, se batesse a vontade. Agora, não. Pra ser militante, tem que ser casto. Papinho aranha básico não é mais permitido. Olavo explica: nunca é pela liberdade, é sempre pela psicose.