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Arroz importado a mando de Lula terá logotipo do governo federal

O cereal será vendido em embalagens de 2 quilos, com um preço fixado em no máximo R$ 4, e terá o slogan ‘União e Reconstrução’

Apesar das declarações dos produtores brasileiros de que não haveria escassez de arroz devido ao desastre no Rio Grande do Sul, o Brasil optou por importar o grão. Este será vendido em pacotes de 2 quilos, com um preço estabelecido em até R$ 4 por quilo. A pedido do presidente , do Partido dos Trabalhadores, o pacote de arroz contará com o logotipo do governo federal.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou, dentro das diretrizes do primeiro leilão para compra do cereal a ocorrer na próxima terça-feira, 21, que será responsável pela venda de pacotes marcados com a frase “PRODUTO ADQUIRIDO PELO GOVERNO FEDERAL”. Essa frase, em letras maiúsculas e vermelhas, estará no topo do pacote, que também vai exibir o logotipo da Conab.

As embalagens incluirão 2 quilos de arroz branco tipo 1, processado e polido, da classe longo fino. Na parte inferior dos pacotes, serão exibidos os logotipos da Conab, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, do Ministério da Agricultura e do governo federal, juntamente com o lema “União e Reconstrução”.

Estratégia de embalagem e preço acessível

Na sua declaração, Edegar Pretto, presidente da Conab, ressaltou que o arroz comprado será entregue em uma “embalagem especial do governo federal” e que o valor de venda ao cliente será, no máximo, “R$ 4 por quilo”.

Distribuição limitada

A distribuição do “arroz importado” com o slogan de “Lula” será direcionada aos pequenos supermercados, com uma limitação de até cinco caixas, nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, Pará e Ceará.

Segundo o governo, a seleção dos Estados foi baseada em indicadores de “insegurança alimentar”.

O primeiro leilão tem como meta a compra de até 104.034 toneladas de arroz da safra 2023/2024, o que representa um aporte financeiro total de R$ 416,1 milhões.

Os produtos importados serão descarregados nos portos de Santos (SP), Salvador (BA), Recife (PE) e Itaqui (MA) após a importação. As informações são da Revista Oeste.

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Um Comentário

  1. Pessoal não vamos comprar esse arroz, vamos fortalecer os nossos produtores. ele quer derrubar o pessoal do agronegócio.

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