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Declarações de Lindbergh e Soraya sobre estupro são mentira, dizem opositores

Acusações contra relator da CPMI geram crise política e reação imediata durante leitura de relatório.

Declarações de Lindbergh e Soraya provocam tensão durante apresentação de relatório que pede indiciamentos

Um episódio de forte tensão marcou a reta final dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do . Enquanto o relator Alfredo Gaspar (PL-AL) apresentava seu relatório final, parlamentares aliados ao governo realizaram uma coletiva paralela com acusações graves contra o deputado.

A iniciativa partiu do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que afirmaram ter encaminhado denúncia à para apuração de supostos crimes atribuídos ao relator.

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Coletiva ocorreu no momento da leitura do relatório

A coletiva de imprensa aconteceu simultaneamente à leitura do documento final da , que inclui o pedido de indiciamento de Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio da Silva, além de outras 217 pessoas investigadas em um esquema que teria causado prejuízo bilionário a aposentados.

Durante a coletiva, os parlamentares disseram ter apresentado elementos às autoridades, mas não divulgaram detalhes como nomes, datas ou informações que vinculassem diretamente o relator às acusações. Segundo eles, isso ocorreu para preservar supostas vítimas.

Mulher citada nega relação com o relator

Após a repercussão, uma jovem mencionada no contexto das acusações divulgou um vídeo para esclarecer sua versão. Ela afirmou não conhecer Alfredo Gaspar e explicou sua origem familiar.

De acordo com o relato, seu pai biológico é Maurício Breda, com quem passou a ter contato já na fase adulta. Segundo ela, a gestação foi resultado de uma relação consensual entre adolescentes, sem ocorrência de violência ou cárcere.

Ela também informou que o reconhecimento de paternidade foi confirmado por exame de DNA e que a relação familiar foi estabelecida posteriormente, sem necessidade de alteração em registros civis.

Relator reage e classifica acusações como ataque político

Assim que concluiu a leitura do relatório, Alfredo Gaspar pediu a palavra para responder às acusações. O deputado negou qualquer irregularidade e classificou as declarações como “falsas, levianas e absolutamente irresponsáveis”.

Ele afirmou que já esperava algum tipo de reação durante a apresentação do relatório e sugeriu que as acusações teriam o objetivo de desviar o foco das conclusões da comissão.

“Estou sendo atacado, neste momento. Não me dobrei ao poder, às pressões, àqueles que meteram a mão no dinheiro do povo mais sofrido. Eu sabia que o ataque viria, mas jamais esperei um ataque tão baixo”, declarou.

Relatório e contexto político ampliam tensão

Gaspar também mencionou o momento em que as acusações vieram à tona, destacando que ocorreram no mesmo dia em que o relatório trouxe pedidos de responsabilização de figuras ligadas ao governo federal.

Segundo ele, houve tentativa de associar sua imagem a um caso envolvendo um parente distante com quem compartilha o sobrenome, mas sem relação direta com os fatos narrados.

Nota oficial e medidas anunciadas

Em nota, o relator reforçou sua defesa e destacou sua trajetória pública. Ele afirmou que sempre atuou dentro da legalidade e reiterou que as acusações não têm fundamento.

Gaspar informou ainda que pretende adotar medidas judiciais contra os autores das declarações, incluindo ações no Conselho de Ética e o registro de ocorrência na Polícia Legislativa por suposta coação e denunciação caluniosa.

O deputado concluiu afirmando que seguirá atuando com responsabilidade e que não aceitará ataques à sua honra.


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Debate editorial

1 comentário

  1. Estes mau caráter da esquerda fazem isto porque sabe que a militância do ódio vai espalhar esta narrativa absurda e abjeto tudo continua de fumaça para esconder o Larápinho.

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